Alegria de historiador é estranha mesmo. Passei um dia feliz no meio de fichas velhas, muitas, pra achar meia dúzia de possíveis imagens úteis.
Proveitoso?
Bastante.
O lugar era a Biblioteca Nacional. Impossível não gostar. Faz parte do ofício. Horas de procura, de ficha em ficha, em cada descrição, anotações e a cabeça quebrando para pensar em alguma palavra-chave que traga uma luz.
No caminho sempre esbarramos com coisas interessantes. Cheguei a um livro escrito no século XVII, só editado em 1903. Um elogio aos pernanbucanos, dedicado ao então rei de Portugal, Dom José I. O livro lista os atos de bravura de pernanbucanos e os ilustres de capitania. Muitos, tantos que não consegui achar quem eu procurava.
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terça-feira, 3 de março de 2009
Alegria
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